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domingo, 25 de julho de 2010

desafios. :/

Ela estava sentada, certo dia, em frente ao seu computador. Entre diversas p[aginas da internet, entre seus contatos que piscavam chamando por uma conversa ou vice-versa. Até que nota a frase de um certo contato que desaprova o tal "Dia do Amigo". Ela se arriscou a perguntar se essa pessoa possuía amigos. Jamais ela pensaria que como resposta vinhesse um NÃO. Ela se assutou e a perplexidade tomou conta de sua face. "Como seria possível?" - ela pensou.
Ao passar de uma conversa ela percebeu que talvez fossem decepções passadas que o fizera desacreditar na amizade. Ela lia e relia tudo o que recebia. Era inacreditável, ao seu ver, que alguém fizesse a escolha de não possuir amigos. Nem tentar tê-los. Ele dizia que isso ocorreu por dizer acreditar que todos os rodeavam com interesse no que ele tinha e não de quem ele era. Ela viu tudo aquilo e lembrou de um tempo longíquo. Ela não poderia ver tudo aquilo e simplismente ignorar. Fechar a janela e pronto, dar um fim nisso tudo. Ela não iria desistir, ela não desiste. Ela propôs um desafio, talvez tempo suficiente [ounão] para plantar naquela dura cabecinha uma semente de crença, de que SIM , amizade existe.
Ela se prepara toda a noite para ter uma discursão de diversos fatores. Diversos mesmo. Eles não se conhecem. Mas a distância não é o maior problema. O maior problema é desvendar os olhos de alguém que insiste em não ver a beleza de se ter amigos. Covardia? Não, acho que talvez não seja isso.
Insegurança, talvez de passar isso novamente.
Ela se perguntou durante uma noite inteira: "Porque ele desistiu da amizade e não das pessoas?"
Ela por um breve momento fraquejou. Não pela luta, mas talvez que por um momento passar a ver a situação pelos olhos do mesmo. E que talvez ele não estivesse tão errado assim.
Talvezz por um certo momento ela ver que argumentos nem sempre estão totalmente errados.
Ela não desiste , ela até persiste demais.
Talvez ela consiga, ou não.
Ela me conta diariamente seus problemas e soluções. Toda vez que se olha no espelho. Prometo não demorar com notícias dela, ela logo se olhará no espelho :}


E quanto a ele, um eterno disco quebrado que ela tenta reconcertar os pedaços.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

- song of the week :]








Essa música depois de receber várias críticas pela revista Times [ o que todo mundo duvida ser verdade]. Porque a revista diz que o single de Katy Perry é considerada a pior música do verão americano. O que entra em contradição com as paradas das rádios americanos, em que essa música se encontra como a mais tocada. Eu gosto demais de escutar. Espero que gostem também, e aqui vai mais uma música da semana. Até semana que vem :D


Beijinhos, jp

terça-feira, 20 de julho de 2010

Feliz dia do amigo *-*

Hoje, dia 20 de julho dia do amigo.
Amigos. Uma palavra que todo mundo insiste em usar tão comumente. Há quem prefira nem usar. O post de hoje é para a gente repensar nessa palavrinha de 5 letras mas que carrega um significado enorme: AMIGO .
Conversando nesse momento com uma pessoa que diz não ter amigo além dos pais eu pude perceber que às vezes as pessoas se equivocam demais. Ele tem razão. Tem pessoas que nos chamam de amigo por um interesse no que podemos oferecer materialmente e que o nosso carinho só se torna consequência diante de o que ela/ele realmente quer na amizade. Amigo a gente, talvez em alguns casos, se intutila da primeira vez que conhece. Erro profundo nosso. Amigos, os que realmente merecem a palavra, a gente conhece pelos simples fatos corriqueiros. Pelas simples palavras ditas. Pelas simples ações. As mais simples mesmo. Não precisa ser nada de grandioso pra ser amigo. Basta ser ele/ela. Sem interesses. Sem nada de dinheiro, sem nada de pensar no que ela/ele tem. Saibam ser amigos só pelo sentimento. Não façam que as pessoas fiquem desacreditadas da amizade. Isso é tão ruim. Sejam amigos mesmo. Façam valer as  cinco letrinhas. E já que eu creio na existência de amigos fora a família, eu agradeço muito pelos meus. Muito Obrigado mesmo a vocês. Por terem me feito rir muitas vezes. Pelas palavras de consolo, alegria, ás vezes de tristeza. Agradeço também pelas brigas, elas me amadureceram muito mesmo. Antes de tudo eu agradeço pela fiel companhia de alguns e pela inconstante de outros.
Muito Obrigado.


Aqui vai alguns dos meus.






Beijinhos, jp.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

You make me happy.


Vocês realmente me fazem feliz.
Nem todos estão mais tão presentes, mas um dia tiveram uma grande importância
Obrigada por cada um!


Beijinhos, jp

domingo, 18 de julho de 2010




"Eu posso estar sendo rigida, mas eu não posso mais passar a mão na cabeça sendo tua amiga numa coisa que eu não vejo mais fundamento.
eu não posso mais tolerar esse clima chato.
Sabe, é hooooooooooooooooorrivel.
Mostre essa pessoa maravilhosa que vs como amigo. Sabe, sinta-se feliz e a faça feliz como amg.
Isso é possível.
Seja feliz, voe com suas próprias asas. Não tente se lembrar das coisas ruins. Não pense: " Ah porque não deu certo?" "Ah porque ela não me quis?" .
Lembre-se de antes de tudo que você tentou. Que você foi você o tempo todo.
E que pelo menos não omitiu seus sentimentos.
Lembre-se quem é você . E saiba que você já passou ou vai passar por coisas piores.
Lembre-se que essa é a vida. Nem tudo é pra todos.
E lembre-se antes de tudo que você tem um coração que pede urgentemente um fim nisso tudo, que não aguenta mais sofrer numa coisa que ele sabe que não vai ter.
Lembre-se dele, que há muito tempo vem sendo sufocado.
Liberte seu coração dessa dor. E se liberte.
É o que eu te peço.
Se não for possível fazer isso por você. Faça pela sua felicidade.
E lembre-se ainda. Que depois de tudo isso, eu vou estar aqui pra te fortalecer, pra te levantar, caso você ainda permaneça no chão."




Nunca desista de ser feliz !





Aqui é só um trecho de uma conversa que tive. Aí vocês me perguntam: "O porque de postar?" Porque eu quero que vocês reflitam e façam o mesmo por quem vocês realmente chamam de amigos. É sempre bom ajudar que realmente precisa de uma simples palavra de afeto. 



Quem nunca foi dilacerado pelo amor e não se sentiu correspondido? 
Deixo que pensem e respondam.




Beijinhos, jp.

sábado, 17 de julho de 2010

onde?


Quando eu vou ter certeza de que você não foi embora pra sempre?
Que você não me deixou só a beira da estrada, esperando por você para juntos caminharmos?
A gente querendo ou não permanece aqui.
Ambos pronto para cair a qualquer momento.
Quem sobrevive?
I don't know.
Os laços que nos prende não existem mais.
A gente se enganou, talvez.
A gente se preciptou demais e sentia de menos.
Os nossos sentimentos estavam todos confundidos.
Não sei mais onde te procurar.
Não sei mais onde me encontrar.
Onde está você agora?

Beijinhos, jp.

Ah, uma casa no campo...

Certamente Alberto Caeiro era uma das melhores partes de Fernando Pessoa. O meu favorito porque amo a pureza, porque amo a simplicidade, porque amo o que está cada dia mais escasso.

Desejo preservar a melhor parte de mim. Desejo que vocês preservem o que há de mais puro em vocês. Sejam grandes. Atenham-se ao que vem do céu. Quanto as miudezas? Não sei. Elas inevitavelmente tentarão nos desviar, nos enganando de forma astuta. Entretanto, coisas grandes ocupam tanto espaço que, se formos espertos, as teremos em nosso foco e não iremos nos incomodar tanto.

Que o meu Alberto Caeiro esteja sempre respirando e aceso! Muito aceso!

VII – Da Minha Aldeia

"Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo…
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura…
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver."

Fernando Pessoa.


[texto de Cláudia Leitte (@Claudia Leitte)com citação de Fernando Pessoa]


Beijinhos, jp.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Circunstâncias.



Construimos histórias. Desintegramos amores.  Unimos, esquecemos, deixamos, fincamos, prendemos pessoas na nossa vida. Amamos o que nem sempre é conveniente ao nosso coração. Erramos nas horas mais imprecisas. Vivemos, às vezes não querendo vivemos. Pensamos demasiadamente. Nos ocupamos com coisas fúteis aos olhos alheios, mas tão necessárias aos nossos. Tentamos voar mesmo com a asa quebrada. Omitimos demais, e sofremos tanto por isso. Sofremos. Há quem diga que não há felicidade sem sofrimento. Mas é tão díficil assim? Escondemos o que era pra ser exposto. Somos egocêntricos ao ponto de às vezes querermos tudo pra si. Não somos elegantes. Tentamos ser. Tem situações que não merecem real elegância. Nostalgiamos. Sentimos falta. Mas não damos o valor necessário quando o que nos é preciso se encontra presente. Nos arrependemos. Batemos a cabeça constantemente após um irrelevável "copo de leite derramado". Pensamos em como teria sido "SE". Pensamos como seremos "QUANDO". Pensamos tanto não é verdade? Nos sincronizamos tanto ao atual que às vezes nem sabemos do que se tratou no passado. Às vezes, sem querer, nos perdemos de nós mesmos. Não sabemos se correr e ir atrás e tentar nos recolocar é bom ou se fugir seria a melhor alternativa. Às vezes... Sempre às vezes duvidamos de nós mesmos e das nossas "pequenas" capacidades. Nos subestimamos, subestimamos os outros e acaba que nos ferramos mais uma vez. É um ciclo. É uma corrente. Pra alguns viciante. Pra outros intolerante. 
Ficamos? Avançamos? Paramos?
Pergunta? Fica na dúvida? Tenta?
A gente se pergunta demais, a gente sempre quer mais e mais. A gente tenta se limitar, mas não permite limites. Sempre vai a frente, sempre volta atrás. 
São tantas e tantas circunstâncias!
Mas a gente permanece aqui né?
Talvez fortes, talvez frágeis demais.

"A saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar."

(@CoraçãoConfessa)

Beijinhos, jp 

quinta-feira, 15 de julho de 2010

you won !


Não esperem que eles se desculpem ou mudem. Depois de tentarem te derrubar (e fracassarem nisso), eles vão apenas lhe dar um sorriso cínico e perguntar como você está - entenda isso como ‘você mudou sua opinião sobre seguir nossas regras estúpidas?

É aí que você deve retriubuir um sorriso com a mesma falsidade e perguntar se os fantoches andam bem. Não deixe, nunca, eles conseguirem fazer você duvidar de você. Você é você, lembra? Você conseguiu passar por cima de todas essas coisas irrelevantes sem acabar morta. Você tem poucos, realmente poucos amigos de verdade. Mas contente-se com eles, se tivesse mais não seriam verdadeiros. Você continua firme, forte, seguindo seu caminho e crescendo com tudo isso.

Não deve ser uma competição, mas sejamos sinceros, essas pessoas não irão muito longe. Você conquistará, aos poucos, tudo que você acredita. Quando perceberem o tempo que gastaram com nada, você vai lembrar a elas o quanto você parecia estranha ou diferente. Vai lembrar a elas que falavam que seu cabelo repicado não era legal, e tudo parecia motivo para tratar-lhe como uma doente. E vai mostrar a elas tudo o que você conquistou, tudo que você é, tudo que você conseguiu juntar. O quanto você aprendeu com cada julgamento. Vai ser tarde, e o jogo delas vai terminar muito antes de valer alguma coisa.

Você ganhou.

 Amanda Lima (@_amlima)




Beijinhos, jp. 

quarta-feira, 14 de julho de 2010

- era ela. é ela.


Ela se confundia constantemente com o que fazia. Ela nem sabia mais o que fazia. Ela rotulava as pessoas erroneamente e depois via que nada do que dissera servia. Ela deixava se levar facilmente. Ela tinha receios esdrúxulos. Ela via como tudo era um quebra-cabeça injuntável e não se arriscava em juntar as peças. Ela não se arriscava. Era o problema. O medo era o que corrompia toda a forma de a sua personalidade sair voando livre. Ela era acorrentada pelo medo. Suas ideias ficavam presas pelo medo da rejeição. Seus jeitos peculiares ficavam presos pelo medo da crítica. Tudo que era seu, era mostrado em uma escala menor do que realmente era. Era como se tudo de dentro de si gritasse pra sair, mas ela sempre pedia um tempo. O tempo que talvez durou o necessário ou talvez foi demais. Os seus olhos na maioria do tempo observava. As pessoas nem sempre percebiam, achavam que talvez fosse só fase. O seu rosto nem sempre se expressava da maneira correta. Era nas palavras que ela buscava o refugio. Ela as vezes ou quase sempre não se expressava bem e as pessoas interpretavam mal. Então era as palavras sempre que a libertavam. Era elas que lhe traziam o refúgio lido e as vezes escrito. Os amigos? Ela tinha poucos. Ela dizia ter amigos, mas ela sabia que em sua maioria eram só colegas. Ela sabia de tanta coisa e preferia dizer que simplismente não viu. Ela omitia sentimentos por ver que as pessoas o usavam da maneira errada que era pra ser. Ela se sentia em certos momentos pisada, mas incrivelmente sempre conseguia se erguer. Ela se sentia feliz, mas nem sempre completa consigo mesma. Ela se confundia novamente, mas não mais com o que fazia e sim com o que pensava. "Seria certo pensar assim?'' - ela sempre se perguntava. Ela acha que as pessoas tem sempre uma segunda chance e que podem mudar, mas com o passar viu que , infelizmente, existiam exceções. Ela ia e voltava numa coisa que sabia como terminar, mas não conseguia dar o próximo passo em relação a certas coisas, por mera insegurança.

Um dia, ela se libertou. O medo se foi. A sua verdade explodiu. Ela já tinha a cara e coragem pra dizer o que sabia, o que via e o que pensava. Ela não agia mais tão erroneamene. Ela sabia onde colocava os pés. Ela aprendeu que se você cai 7 vezes você levanta 8. Ela via que as pessoas mudavam, mas nem todas mereciam real confiança de antes. Ela aprendeu. Nem sempre por vontade própria.Às vezes pela rígida dor. Ela aprendeu. Ela se ergueu. Faz sua história. Não sabia onde vai chegar, mas conhece seus limites. Ela se conhece totalmente. Ela ainda tem suas dúvidas, mas já sabe até onde vão suas certezas. Ela tenta ser sempre coerente e sensata, mas nem sempre as emoções correspondem a razão. Ela tenta, ela agora arrisca sem medos. Ela diz não se for necessário. Sim se tiver a vontade. Talvez se ainda tiver na dúvida.

Tem a sua insegurança, porém não tão presente quanto antes. 
E quanto ao medo antes ele que abafava tudo, ela hoje que abafa ele.



Beijinhos, jp

- song of the week :]

 


A partir dessa semana, eu vou indicar uma música pra vocês, aqui no blogme
Essa semana, a música eu conheci atraves de uma indicação e depois virou meu vício musical. O clip é a coisa mais linda. Espero que gostem. Mandem sugestões. É apaixonante *-*

terça-feira, 13 de julho de 2010

I'm Sorry leitores.

- Olá meus queridos e amados leitores. Após uma sofrida semana sem computado estou eu aqui de volta. ah, me desculpem sinceramente pelo meu design. Gente eu fui mudando e só vi o resultado agora, mudei na semana passada . Ficou simplismente ridículo DD: mas já estou tratando disso! ;D
Então a Julianne Pita volta e tenho mais posts e mais novidades da minha vidinha e dos meus meros pensamentos ;] 

Agradeço desde já . 

Beijinhos, jp.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

e é tudo isso mesmo!



O escuro não traz respostas

A luz não traz solidão

O amor não diz que ama

O problema não trás solução




O mal não traz o céu

O sim não é negação

A mentira traz a verdade

A hipocrisia não é do coração




O que era não volta mais

O que é não é mais

O que eu queria já não quero

Eu não sei o que eu quero mais




O silêncio é entendido

Os olhos são expressivos

O sentimento é corrosivo

E o que eu sentia não sinto mais




Esquecer é difícil

Perdoar é possível

Mantenho-me no mesmo nível

Mas recuar?? Nunca mais!!!

changes or not ?!

É tanto orgulho ferido. É tanto mal entendido, é tanto amor não correspondido. É tanto “digo ou não digo?”. E as pessoas continuam na mesma incorreção. O passado, o presente, o futuro. O antes, o por enquanto e os infortúnios. Eu não sei mais olhar sem ao menos observar. Os humanos estão numa ladeira. Caindo. Sem freios, sem cordas. Sem ninguém que os ampare. O medo toma conta dos olhos mais felizes. Os sorrisos simplesmente não sabem nem mais o que são. É uma constante mutação. As pessoas caminhas com viseiras escuras. Elas não sabem mais distinguir as cores da vida. Tudo tão preto e branco. :/ O pessimismo é tão constante. Ninguém mais sonha alto. Eles sonham real. O figurado não existe. Eles negam o que foram. Não falam que mudaram. Não aceitam mudanças. Somos tão imutáveis assim? Se formos imutáveis porque não gostamos mais de brincar de bonecas e carrinhos? Será que a mudança realmente não existe. A gente muda física-psicologicamente diariamente e nem percebemos ao menos o que difere. As transfigurações não possuem sensores anti-mudanças. Mudamos, voltamos, progredimos. A gente está em constante descoberta. Ninguém nunca retroage. Restam-nos duas opções: Ou evoluímos ou estacionamos. Não regredimos, porque regredir seria perder as coisas boas que foram feitas pra trás. Então nem avancemos, nem demos pause, nem muito menos stop. A vida não espera pela gente. A morte sim espera. E se ficarmos sentados esperando por sua boa vontade ela não custa em nos ‘ajudar’. Por isso dêem ou tente dar um fim em tudo que você considera ruim. Se não conseguir aniquilar, ao menos diminua. Viva. Não custa nada verdadeiros sorrisos, abraços mesmo que não sejam de coração. Tente fazer pelos outros o que você sempre quis ou quer que façam com você. E assumam seus erros. A gente só é feliz a partir do momento que assumimos nossos erros e imperfeições. 

Beijinhos, jp.

Quem procura um amor assim?

Era uma noite assombrosa e fria. Um mero coração apaixonado de desespero batia. Ele não sabia que fazer. Ela não sabia até onde ia. E uma constante insegurança entre os dois surgia.
- Será que ela me quer? - Gritava um pobre coração;
- Será se eu posso corresponder?O outro gritava diante mão.
Os destinos eram cruzados. Nenhum podia negar. O que deixava em dúvida era em que dia os dois iriam acordar. Acordar da ilusão da insegurança. Acordar da utopia irreal de que os dois não se pertenciam.
Era como se eles achassem que o que estava traçado não poderia existir. Mas eles sabiam que algo os unia. O medo de amar de novo era vindo de decepções anteriores. O coração ainda não tinha conseguido nenhuma sutura suficiente para esquecer tudo o que foi vivido. A solidão, a tristeza os rondava e os acompanhavam constantemente. O medo de a ferida ser aberta era muito maior do que qualquer amor que tentasse nascer naqueles corações espinhosos.
Os encontros não marcados, os olhares contidos, à vontade e o não querer. Isso os confundia diariamente, e o que pra eles era dúvida, virou certeza.
O tempo passou, a sutura se fortificou ou ao menos deu uma trégua. Os dois novamente se encontraram e o feixe de raios que transpassou de um olhar pra outro foi maior que qualquer resistência. A razão tentava alertá-los o que era conivente, o coração pedia que tudo fosse vivido e esquecido. Ao fim, o coração venceu. A noite fria e sombria de corações apaixonados tornou-se noites quentes e acumulantes do calor recíproco. O que até então era uma antítese, virou um completo sinônimo. O que eles tentavam separar um do outro como água e óleo transformou-se em uma mistura totalmente homogênea. Eles eram miscíveis um ao outro de uma forma esplendida. O coração de ambos nunca sentiu tal encaixe. Era como se um fosse o resto às outras 124 peças do quebra-cabeça do outro. Era um completo que não aceitava lacunas vagando. Uma virtude de um, cobria o defeito do outro.
Ao fim, não sei se foi um “final feliz”. Mas pelo menos “um por enquanto te quero” existia.

Quem procura um amor assim?

quinta-feira, 1 de julho de 2010

- breve analise humana

A gente vê tantas pessoas se maldizendo por sofrimentos. Elas falam que sofreram tanto e que em recompensa vão fazer que os outros sofram também. Elas dizem que não merecem. Elas dizem que não merecem, mas sempre procuram fazer o mesmo com os outros. Quem são elas então pra julgarem que um dia fez o mesmo. É tão contraditório sabe. Não me refiro a ninguém. É só mais uma das minhas observações do comportamento humano. É que as pessoas em certos pontos se intitulam tão perfeitas, gostam tanto e tanto de colocarem o dedo na cara alheia e falar as verdades que as vezes nem lhe pertecem. Sim, sim, a gente precisa disso, mas é porque tem gente que não tem nada a ver e vem com isso. A verdade é que tem pessoas que não aceitam verdades, que não aceitam as suas obscuridades humanas. E quando aceitam não podem ficar sem jogar coisas e seus pensamentos e favores mais banais. Façam mais e falem menos é a verdade. Talvez eu também seja assim. Talvez seja só um comportamento. Mais isso em certos pontos e em certas pessoas é uma coisa insuportável. Ah quere exigir e não fazer é foda. Mais uma vez eu repito é uma observação não direcionno a ninguém. São só coisas que eu noto no dia-a-dia. A pessoas são tão mesquinhas à um ponto de pensarem que todos os 9 planetas, o Sol e todas as galáxias giram ao seu redor. Me façam o favor. Eu vinha para casa e ouvi um ser dialogando e falou a seguinte frase: " /É por isso que o mundo anda assim. As pessoas só pensam em si, em si e em si. " 
É uma coisa que todo mundo enxerga, mas ninguém move uma palha para mudar. Que quando alguém tenta ajudar ao menos para orientar as pessoas chutam como se fossem pedras. Pedras que não vão sentir a rejeição que simplismente ao vor do choque vão permaneces em um lugar e esperar pelo próximo chute. Pessoas não são objetos. Pessoas não são substituíveis. Pessoas não são roupas, que se o número não serve você troca.
Pessoas são seres que sentem, magoam-se, que tem o direito de se afastar se não se sentem bem com algo ou alguém. Pessoas... são só .... pessoas. É tão díficil entender isso nos nossos altares particulares?
A gente odeia ser magoado, mas magoa constantemente. A gente erra, mas seguidas vezes é foda. O humano ultimamente não sabe mais em que caminho seguir ou à quem seguir. A sociedade de hoje se rege por modinhas, por futilidades, por conveniênicas. Cadê o espírito patriota que se tinha antes? Cadê as pessoas que lutavam por um mundo melhor? Estão todas encumbidas de horrores de sentimentos perversos e frios. Ninguém hoje sabe mais o que é amar de verdade. Tira-se pelo tão banalizado "Eu Te Amo". As pessoas só vem ou querem ver o que lhe convém. É uma série de defeitos. TODOS NÓS TEMOS. Isso é uma coisa que já sabemos. Mas os defeitos se repetem. E não se aniquilam. É o orgulho, o egoísmo. As duas maiores chagas da humanidade. Os sentimentos tão ficando pra trás e só surgem interesses e mais interesses.
Espero que repensem . É só uma reflexão. Uma coisa que há tempo, muito tempo mesmo, venho vendo na humanidade, nos homens.
E eu me pergunto: Quando é que vamos lembrar que os outros tem um coração?