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sexta-feira, 2 de julho de 2010

changes or not ?!

É tanto orgulho ferido. É tanto mal entendido, é tanto amor não correspondido. É tanto “digo ou não digo?”. E as pessoas continuam na mesma incorreção. O passado, o presente, o futuro. O antes, o por enquanto e os infortúnios. Eu não sei mais olhar sem ao menos observar. Os humanos estão numa ladeira. Caindo. Sem freios, sem cordas. Sem ninguém que os ampare. O medo toma conta dos olhos mais felizes. Os sorrisos simplesmente não sabem nem mais o que são. É uma constante mutação. As pessoas caminhas com viseiras escuras. Elas não sabem mais distinguir as cores da vida. Tudo tão preto e branco. :/ O pessimismo é tão constante. Ninguém mais sonha alto. Eles sonham real. O figurado não existe. Eles negam o que foram. Não falam que mudaram. Não aceitam mudanças. Somos tão imutáveis assim? Se formos imutáveis porque não gostamos mais de brincar de bonecas e carrinhos? Será que a mudança realmente não existe. A gente muda física-psicologicamente diariamente e nem percebemos ao menos o que difere. As transfigurações não possuem sensores anti-mudanças. Mudamos, voltamos, progredimos. A gente está em constante descoberta. Ninguém nunca retroage. Restam-nos duas opções: Ou evoluímos ou estacionamos. Não regredimos, porque regredir seria perder as coisas boas que foram feitas pra trás. Então nem avancemos, nem demos pause, nem muito menos stop. A vida não espera pela gente. A morte sim espera. E se ficarmos sentados esperando por sua boa vontade ela não custa em nos ‘ajudar’. Por isso dêem ou tente dar um fim em tudo que você considera ruim. Se não conseguir aniquilar, ao menos diminua. Viva. Não custa nada verdadeiros sorrisos, abraços mesmo que não sejam de coração. Tente fazer pelos outros o que você sempre quis ou quer que façam com você. E assumam seus erros. A gente só é feliz a partir do momento que assumimos nossos erros e imperfeições. 

Beijinhos, jp.

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