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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

maybe someday.





Eu não sou a mais. mas me considero bipolar
Sim, haverá dias em que eu vou querer conversar com você o dia inteiro.
Mas também haverá dias em que dizer um Oi, será um esforço tremendo pra mim.
Quando eu mal falar com você, respeite. Esse é um momento meu.
Quando eu sorrir pra você e conversamos, é porque já estou bem ou então confortável.
Enfim, eu sou assim mesmo, entende?!
Caso negativo, eu não posso mudar isso. 
Maybe someday. 


jp

domingo, 14 de agosto de 2011

Comer Rezar Amar


" - Quando tento meditar, parece que só estou discutindo comigo mesma.
   - Isso é só o seu ego tentando garantir que sempre vai estar no controle. É para isso que o seu ego serve. Ele faz você se sentir afastada, faz você ter uma sensação de dualidade, tenta te convencer de que você é uma pessoa falha, imperfeita e sozinha, em vez de inteira.
   - Mas como é que isso pode me ajudar?
   - Isso não te ajuda. A função do seu ego não é te ajudar. A única função dele é se manter no poder. E, neste momento, o seu ego está morrendo de medo, porque as asas dele estão prestes a serem cortadas. Se você continuar neste caminho espiritual, baby, os dias desse menino mau estão contados. Muito em breve, o seu ego vai estar desempregado, e o seu coração vai estar tomando todas as decisões. Então o seu ego esta lutando pela própria sobrevivência, jogando com a sua mente, tentando mostrar a autoridade dele, tentando te manter encurralada em um cubículo, afastada de resto do universo. Não dê ouvidos a ele.
   - Como é que se faz para não dar ouvidos?
  - Já tentou tirar um brinquedo de uma criança pequena? Eles não gostam, não é? Começam a espernear e berrar. A melhor maneira de tirar um brinquedo de uma criança é distrair o moleque, dar a ele alguma outra coisa para brincar. Mudar o foco da sua atenção. Em vez de tentar tirar os pensamentos da sua mente na marra, arrume alguma coisa melhor para a sua mente brincar. Alguma coisa mais saudável.
   - Tipo o quê?
   - Tipo amor, Sacolão. Puro e divino amor."

(Elizabeth Gilbert in: Comer Rezar Amar. Ed. Objetiva, p. 148-149)




Aos poucos eles notavam que não era mais um sentimento de bem-estar. Aos poucos eles notaram que eles queriam algo a longo prazo. Algo que durasse o tempo suficiente para eles sentirem-se melhor um com outro. Algo que realmente pudesse valer a pena não só pelo agora, não só pelo momento, mas que fosse intenso, não importasse a duração. Eles não queriam nomear qualquer coisa que fosse, pois talvez nomear sempre limita o que se está sentindo. Eles apenas queriam sentir. O que quer fosse, eles queriam conhecer sem nomear, sem limitar, sem querer determinar prazo de fabricação e validade. Sem querer dizer o que era vantojoso ou não daquilo. Não havia compromisso, não haviam pressões. Assim como são os sentimentos que surgem sem a mínima permissão, eles queriam estar assim. Livres, em um duelo do coração. Não sabiam quanto tempo a razão iria deixá-los ficar assim. Estavam aproveitando o tempo em que a emoção era dona daquilo tudo. Em que ela coordenava para onde eles iriam. Eles não tinha orientação a não ser a intensidade do brilho do olhar de cada um. Alguns que observavam achavam loucura ou talvez uma coisa sem a miníma comprovação de que pudesse dar certo. Mas quem disse que existe ciência quando se trata de coisas do coração? Não o coração de veias e rei supremo do nosso frágil corpo humano. Mas o coração daqueles que sentem, daqueles que se machucam por momentos de alegria ao ver quem se ama ou quem se gosta. Coração dono dos nossos pensamentos quando a razão insiste em falhar. 



jp

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

apenas... meses




Eu acho que anda tudo bem.
Parece como que nada tivesse acontecido.
Estamos adormecidos, anestesiados? Não, acho que eu saberia caso fosse isso mesmo.
Mas não. É uma coisa verdadeira. Dá para sentir que é.
Eu particularmente já não sinto mais a animosidade.
Foi e está sendo muito bom essa volta geral de todo mundo.
Afinal, a essa altura não há mais necessidade de nada do tipo.
Somos nós, sempre fomos nós então porque deixar isso, que é tão lindo, de lado?
Estamos por nos despedir, faltam apenas... meses. O tempo passou tão rápido que às vezes eu tenho a impressão de que fazem anos-luz que certas coisas aconteceram. Foi tudo tão intenso, tão bom. Acho que por mais que muitas coisas ruins tenham acontecido, a gente deveria levar como aprendizado. Deixamos de ser só emoção. A gente cresceu. E querendo ou não, todos nós crescemos juntos. Involuntariamente, contra a vontade, um dando a mão pro outro sem nem aos menos notar. Foi tudo muito bem vivido. Que saibamos aproveitar esse tempo que nos resta. Que saibamos! Afinal, falta tão... tão... pouco tempo, que quando o seu olhar piscar estaremos em prantos de despedida.

domingo, 7 de agosto de 2011

maybe...

 
Talvez eu esteja surpresa do jeito que você me ama o tempo todo
Talvez eu tenha medo do jeito que te amo
Talvez eu esteja surpresa do jeito que você me arrasta pra fora do tempo
E me enforcou em uma linha
Talvez eu esteja surpresa do jeito que eu realmente preciso de você
Talvez eu seja uma garota e talvez uma garota solitária
Que está no meio de alguma coisa
Que ela não entende realmente
Talvez eu seja uma garota e talvez você é o único homem
Que já pode me ajudar
Baby você não vai me ajudar a entender
Talvez eu esteja surpresa do jeito que você está comigo o tempo todo
Talvez eu tenha medo do jeito que eu te abandono
Talvez eu esteja surpresa do jeito que você me ajuda a cantar minha música
Me corrige quando estou errada
Talvez eu esteja surpresa do jeito que eu realmente preciso de você
 
 
 
Maybe I'm amazed - Jem.