Diferenças de repente somem.
Rostos desapareceram.
Mais mudanças.
Mais confusões inter-pessoais.
Sim, não nos entendemos mais.
Parece que ao tentar consertar o externo, os nossos sentimentos e a nossa mente, desconsertaram-se.
Não sabemos se as pessoas estão com a gente por gostar ou por pura comodidade.
Ou não sabemos se estamos com as pessoas pelos mesmos motivos.
Quem somos nós?
Quem são eles?
Quem éramos nós?
Quem nos tornamos?
Ou no que nos tornaram?
O ano vai se findando deixando dúvidas e interrogações que só poderão ser resolvidas no novo ciclo.
Pessoas fogem.
Outras estão agonizadas.
Outras seguem felizes por que encontraram uma suposta alma gêmea.
Outros seguem por um caminho meio tortuoso, sem nem saber se acharão saída.
É assim que terminaremos esse ano?
Uns felizes, outros inseguros, outros acomodados, outros incomodados?
Então que viajemos, que nos afastemos ou que fiquemos perto.
Daremos tempo a todos que precisam.
Respeitemos quem se foi, mas volta.
Sorriremos para aqueles que ficaram.
Não fingiremos sentimentos por pessoas que não sentimos nada.
Se for para seguirmos, que todo mundo siga do modo que melhor achar.
E veremos o que esse novo ciclo tem a nos mostrar.
Beijinhos, jp.

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