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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Qual o próximo embarque?


Eu me sinto certas vezes como um aeroporto. Cheia de entradas e saídas de voos. Alguns que me trazem alegrias, outros que me remetem a saudade. As pessoas que chegam aqui, algumas vem com um vasto sorriso e outras carregam uma impetuosa tristeza. E eu só as aguardo, só as observo. Até agora não tive informação de nenhuma colisão, na minha base. Houve uns desvios precisos que quase levaram a queda de aviões, mas graças aos bons pilotos eles conseguiram contornar bem a situação. Sobre os cancelamentos de voos, eles estão constantes. As pessoas ultimamente estão adiando tanto! Houve quem estacionou seu avião no aeroporto e o esqueceu por lá e talvez também esqueceu a liberdade que traz o voo! Há quem não viva sem o guia de pouso, aqueles que geralmente nunca tentaram pousar só e semrpe precisam da ajuda de mais alguém. Há quem também, ultimamente, tenha feito pousos urgentes, antes que o avião pegasse fogo e nenhuma vida sobrevivesse. E como não podia faltar apareceram também aqueles que foram alto demais e pelos limites da gravidade caíram de uma altura que não se podia mais conter a queda e PÁ, destroço total, sem salvamento de vidas. 
A torre de controle não sabe mais o que fazer quanto aos movimentos das aeronaves, cada um tá seguindo o seu caminho, ok isso é bom, mas para áreas totalmente diferentes e cada aeronave levando pessoas para que não haja mais volta! 
No terminal de passageiros a confusão se torna maior. Tem gente querendo embarcar em uma aeronave específica e esquecendo dos outros destinos. Eles pagam o preço que for preciso para decolar, mas não é possível a entrada de todos.

E eu me sinto nesse aeroporto, eu me sinto esse aeroporto. Mas, não estou na base de controle, não estou no terminal de passageiros, nem muito menos controlando as aeronaves, mas estou no guichê verificando o passaporte de cada um e o destino que eles querem levar.

se não tivesse exagerado tanto ♪




Se a gente não tivesse feito tanta coisa, se não tivesse dito tanta coisa, se não tivesse inventado tanto, podia ter vivido um amor Grand' Hotel.

Se a gente não dissesse tudo tão depressa, se não fizesse tudo tão depressa, se não tivesse exagerado a dose, podia ter vivido um grande amor.

Um dia um caminhão atropelou a paixão, sem teus carinhos e tua atenção, o nosso amor se transformou em "Bom Dia"...

Qual o segredo da felicidade?
Será preciso ficar só pra se viver?
Qual o sentido da realidade?
Será preciso ficar só pra se viver?


Grand' Hotel - Kid Abelha


Beijinhos, jp.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Fácil e Difícil .


Fácil e difícil
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião...
Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade   quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a
mesma... 

Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...
Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar...
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Fácil é ditar regras e, Difícil é segui-las... 
(*) Título original: Reverência ao destino (Carlos Drummond de Andrade)
 

Eu acredito que tudo acontece por um motivo. As pessoas 

mudam para que você consiga deixá-las para. As coisas 

dão mal para você aprender a apreciá-las quando estão boas.

 E às vezes, coisas boas se separam para que coisas melhores

 ainda se juntem. 



Marilyn Monroe

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

- song of the week :]

Ok eu não achei um vídeo apropriado pra música, mas aqui a letra. E eu não consigo parar de ouvir essa musica, super indico. Aqui segue a letra:

Larissa - Nx Zero

Era um dia sem fim
Onde palavras sinceras causaram um dia feliz
Procurei você por tanto tempo
Só pra lhe dizer que eu quero aprender
Aprender a viver,
Viver de amor, amor é você
Apenas você com quem eu quero ficar
Ficar para sempre sonhando, esse dia não pode acabar.
Mas o medo me deixava lá,
De que um dia eu possa perder
Então vou viver, para sempre com você.
Quero viver, para sempre com você
Era um dia sem fim
Onde palavras sinceras causaram uma vida feliz
Procurei você por tanto tempo
Agora que achei não vou te perder
Nunca vou, vou te perder (2x)
Eu te amo como nunca amei ninguém, agora eu vou
Viver, para sempre com você, quero viver
"Eu cansei desse incoerentes que fingem a mais plena diplomacia, sem ao menos educação ter. A raça humana esqueceu o que realmente é ser, humanos continuam medíocres cada uma com sua falida "identidade". E o que as pessoas insistem em chamar de amigos, são uns meros idiotas que riem das suas piores e idiotas burrices. O que acontece, ninguém mais pode evitar, a marcha fúnebre já começou a ser tocada. São poucos os que ainda estão em sã consciência, as pessoas insistem em não ver, insistem em não ouvir. As pessoas se fazem de cegas pelo seu próprio querer ou talvez por pura conveniência. O que acontece é uma coisa bem mais complexa do que se possa pensar. Mal sabemos e as vezes caimos no mesmo erro. Eu já cansei de querer ser a luz dos olhos alheios, chega cada um sabe o que faz, sabe o que pensa, cabe a cada um escolher. "

tweets de @juliannepita


Beijinhos, jp

domingo, 15 de agosto de 2010

"Eu gosto dos extremos da minha vida


Não quero morno, quero quente ou frio

Tudo tem um mal, tudo tem um bem

Basta saber, tu és quem?


Destino, nunca vou saber


Estou entre o céu e o inferno


Essa inconstância que me faz viver"











(Tamara Angel)






Beijinhos, jp



A maldita mesmice

A gente entra e sai dos mesmos lugares, se vê sempre as mesmas pessoas e a gente percebe que até os nosso erros são os mesmos. É tudo tão o mesmo que a gente quando muda ou recebe algo novo, se assusta. É as mesmas analogias, as mesmas promessas infundadas, as mesmas crenças descrentes, as mesmas, as mesmas, as mesmas...
Ditos malditos e o que a gente deseja realmente nunca alcança. 
Será uma falha no sistema?
Não, o problema somos nós.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Aviso:

Pra quem costuma vir aqui, sim eu vou continuar aqui no meu blog, mas a frequência de posts talvez diminua ou não, mas é que eu vou estar mais presente agora no tumblr  que vou postar coisas diretas e breves sobre pensamentos, críticas e blá, blá, blá, mas sempre os reais sentimentos e pensamentos e revoltas vão estar aqui.


Atenciosamente , jp.

argh!

Digamos que não seja falsidade a palavra certa, estaria sendo forte demais, mas talvez educação extrema que sobe pelas minhas verdades me deixando inerte e impotente por um "meio social" mais agradável. Até certo ponto isso tava tão fácil, mas o que anda complicando é o fato de talvez as pessoas estarem confundido o termo educação com amizade. Nós não somos amigos, que fique bem claro. O ciclo de pessoas pode ser o mesmo, mas nós não somos amigos. Quem saiba um dia eu me arrependa disso, o que por enquanto pra mim não é muito provável, mas a verdade é que tudo o que já foi dito permanece o mesmo: Confiança 0. E acredito que haja sim uma reciprocidade, ninguém é tão burro assim a esse ponto. O que acaba com tudo é a idiota sociabilidade que no dia-a-dia nos impoe uma relação que talvez se fosse por nosso querer não existisse. Ser sociável definitivamente é uma droga. PORQUE? Porque você tem que ser gentil , muitas vezes tem a vontade de apertar um "mute" e não pode porque as leis de convivência não te permitem. Argh! Isso já me dá nos nervos demais. E quando você talvez mostre um pouco do que realmente sempre quis agir com tal pessoa você é taxada de intolerante, de chata e mais blá, blá, blá. Qs. Mas é que... Mas é que... Você infelizmente se sente obrigada a isso!
E eu ainda vou suportar isso por um bom tempo. Sorte pra mim!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010


"Nem só de amor vive uma relação, cada detalhe que perdi foi um grão, e quantos grãos deixei cair"  
 
Sinais - Sorriso Maroto
Beijinhos, jp.

- song of the week :] [02

Estraho não? Mas é porque na semana passada não fo postado o "song of the week" então para compensar aqui vai o segundo :}




Essa música, tem uma versão em português cantada por Claudia Leitte, mas sinceramente eu gosto mais dessa versão. Beijos esperem que gostem haha. 

Beijinhos, jp.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

- song of the week :]




Aaah gente essa música é umas das minhas paixões. Tudo bem que ela não é recente, faz um ano e pouco que foi lançada. Gerou várias e várias polêmicas por causa da letra que se refere à um fato da vida pessoal da intérprete. Eu espero que gostem. Eu adoro demais. Play now! 

domingo, 1 de agosto de 2010

pedido.

Eu às vezes critico tanto a ficção por não nos mostrar o real da vida, mas ultimamente estou tão ligada à mesma. É que talvez seja tão bom sonhar. Não é pecado. Assistindo um seriado que ultimamente me consome tanto, eu pude ver que nem todas as ficções são tão surreais assim. Talvez o problema delas seja mostrar as emoções que queríamos sentir e não podemos ou por também mostrar aquele vilão que tem uma característica tão próxima de você e você não querer acreditar. Há sim, em sua maioria, ficções irreais. Mas é que essa me prende tanto pelo fato de mostrar o mundo jovem e todos os seus problemas quanto á tudo. Popularidade, romances, entre outros. É que as ficções nos vendam de certos fatores do cotidiano que a gente insiste tanto em dizer que não vê, mas que não se pode negar que está sendo visto. [Confuso, não?] Às vezes, ficar isento se torna tão mais fácil e tão tentador que nos ofuscamos para que o centro da rodinha não sejamos nós. O centro. Unh, a gente implora tanto em certos momentos por isso, mas tem vezes que queremos uma bela e longa distância. É por isso, a ficção nos transporta. Eu critico-a, sim. Mas é que ultimamente ela me traz um bem, sabe por quê? Porque eu estou cheia das, assim como onde eu moro, pequenas mediocridades, das pequenas mentes que se viram só para um lado e insistem em colocar uma viseira ao seu redor para que seja possível só se ver o que se quer. Poupe-me. Que incrível habilidade é essa de se ter tão pequenas coisas e querer ser grande como se nada os alcançasse. Esse post é mais uma crítica mesmo á tudo. Ás pessoas de cidade pequena tem a mania de falar, falar e ainda se acharem as certas perante a tudo e a todos. Elas simplesmente se esquecem que a vida inteira elas não vão ficar cercadas de pessoas que vão sempre lhe dizer: “Sim, é verdade.” “Sim, você tem razão”. HAHA. Poupem-me de novo. A gente, ou pelo menos eu, está cansada de tanta pequenez. Eu penso e sonho alto. Pode me vir uma queda? Há sim, quem nunca caiu sonhando? Gente, parem de se preocupar com o que os outros fazem ou deixam de fazer, com o que pensam. Parem de pensar: “Ah, porque será que fulana ta com cicrano?” “Ah, porque ele tem mais dinheiro e não trabalha em nada?”
Se moramos em cidade pequena, e nesse inferno povoado por fofoqueiros, que pelo menos tenhamos mentes grandes. Deixemos de se preocupar com a vida alheia e se preocupem mais com o rabinho de vocês que deve ou está mais sujo do que o de muitos. É só um pedido.Cada um cuidando de sua vida é tão cool né? :] Até porque você tentar ajudar querendo saber é uma coisa e sair espalhando é outra totalmente diferente.
Por isso que a ficção me prende tanto, porque as pessoas sonham e realizam. E na realidade as pessoas permanecem na mediocridade de depender dos outros.






Beijinhos, jp.