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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Não quero mais compressões falsas. Não estou mais nem aí pra quem um dia eu já fiz de tudo. O meu passado me chama constantemente, mas ele vai entender que o lugar dele é lá pra trás e que aqui do eu lado ele não fica mais. O meu futuro eu busco entendê-lo, mas é melhor que ele fique mesmo obscuro ou pra não me surpreender, ou pra eu não ansiar pelo mesmo. As pessoas de hoje não são mais as que eu tinha há um tempo atrás. Elas ficaram junto com o fim do passado, elas fazem falta, aah e como! Mas o que eu posso fazer. Se elas ficaram por lá é porque talvez fosse só o momento de suas participações na minha vida. É porque talvez eu tivesse realmente que dar-lhes o valor devido no tempo certo. É porque talvez eu não soube aproveitá-las o quanto pude. É porque talvez...
Cada um sabe o que faz, e eu não vou mais me preocupar com o que anda fazendo ou deixam de fazer. Isso não mais me compete. Cada um que busque e trilhe o seu caminho da felicidade. O que adianta eu lembrar dos meus melhores momentos, dos meus melhores sorrisos, das coisas mais banais, mas que fazem tanta falta? O que adianta eu lembrar se eu não as tenho mais aqui? Se o que passou foi feliz o que me resta é somente lembrar. Sem lamentações, pois o que passou não pode mais ser mudado. Já era.
O meu atual presente não é dos melhores, mas também não é dos piores. Ele se consiste em uma enfadada rotina. Sem novidades. O que era de novo nele está ficando empoeirado. A minha insatisfação pessoal é por não está cumprindo com meu dever enquanto aluna. Só. Quanto ao resto não posso reclamar. Tenho pais maravilhosos, que apesar de às vezes não concordarem com minhas ações, eles só querem o meu bem. É difícil entender, mas eles querem meu bem mesmo que não seja fazendo o que eu quero. Tenho amigos. Ah, mas eu sou tão feliz por dizer isso sabe! É tão bom saber que eu tenho alguém pra contar sempre. Alguém que não me nega um ombro. Alguém que eu possa ajudar sem ter medo de ser taxada. Apesar de eu querer tanto que algumas pessoas voltassem e fossem de novo minhas, nem que fossem só como amigas, mas as pessoas a quem eu possa chamar de amiga tapam esse buraco passado, aliás, elas não tapam, elas curam. Curam de uma forma indescritível. Sim eu sou feliz. O que é mais preciso eu tenho então não necessito de lamentações.
As pessoas que tiverem certa imagem de mim, seja ela boa ou ruim, peço que não me julguem e se for pra me julgar que julgue corretamente e me conhecendo. Aceito sugestões de mudanças. Sim eu aceito. Mas praticá-las nem sempre será possível pra mim. Me desculpem, mas eu sou humana. Tenho que ter defeitos ou pelo menos incorreções. Se eu tivesse que ser perfeita e ser adaptada pra cada conhecido meu eu realmente não estaria no planeta Terra e sim em outra dimensão. Então parem de querer me corrigir, ou então diminuam suas correções. Porque eu escuto, aceito, mas eu não as mudo sempre. Ah, também parem de querer apontar isso ou aquilo em mim. Olhem-se. Ao verem seus defeitos, venham e conversem comigo e quem sabe a gente não muda junto?


Eu vou continuar a mesma, vou tentar resgatar mais a mim. Tem certas coisas que estão perdidas, mas que eu sei que ainda a tempo de recuperá-las. E sim, vocês verão eu mais feliz. Com o meu sorriso do meu melhor ano da minha vida. Mudada, mas, eu espero, que pra melhor.


Sejam felizes, que eu também tentarei ser!

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