Tudo em nossa vida é relativo. A relatividade não se encontra só nas coisas mais exatas da ciência quântica. A relatividade se encontra nas coisas mais cotidianas e imbecis da nossa vaga vida. O amor é relativo, a amizade é relativa, os programas de televisão são relativos, tudo é relativo. O que pode ser mais odioso pra mim pode significar uma vida. As pessoas mais dóceis podem me trazer o pior fel humano. As coisas com o passar do tempo vão se tonando exageradas, extintas, inexistentes, desnecessárias, importantes, indispensáveis, tudo depende do seu momento, com quem você está. Tudo depende de você. O que pra mim era considerando muito importante no começo de um ciclo hoje pode ser mera comodidade. O que antes era essencial pode se tornar condicional. As pessoas são relativas. Hora elas amam demais, hora elas odeiam e esquecem as pessoas. Os sentimentos são relativos. Agora alguém pode ser a razão do seu viver, depois ela pode se tornar a sua maior decepção. Quem você antes não dava um vintém pode ser uma preciosidade vitalícia. As coisas mudam. A vida segue. As estações passam. Os anos passam tão rápido que cada vez mais a vida se torna mais dispensável caso você não viva intensamente. Faça valer os momentos mais rápidos. As ocasiões mais simples. Saiba amar as pessoas e ao querer dispensá-las nunca esqueçam que elas possuem coração e sentimentos. A gente tem que ter cuidado. Ficar em cima do muro, quando se relaciona a amores, a pessoas, nem sempre é a melhor opção. Decida-se. Entre cabeça ou ponha-se logo pra fora. As pessoas não pode esperar a vida inteira. Afinal, somos relativos. As importâncias vão mudando. O que pode ser bom ou ruim ao mesmo tempo. Maso que permanece sempre é o que é mais verdadeiro. E se acabou não se culpe nunca, não era pra ser. São apenas circunstâncias. É a vida. A relatividade toma conta da gente cabe a nós aceitar e ver de que melhor modo ficamos. Só não vale tentar esquecer quem um dia você foi e de quem você um dia já possuiu.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
Fazer a diferença não significa especificamente que você tenha que ser diferente.
Fazer a diferença é você estar entre milhões de pessoas e saber que só há uma que mais precisa de você.
Fazer a diferença é você sair de um lugar ao qual você não se sente bem e ficar só. E mesmo estando só você ainda se sentir melhor.
Fazer a diferença consiste em não precisar saber sobre milhares de assuntos exatos, e sim saber do que talvez você mais precise: os sentimentos.
Isso não pode fazer a diferença pro outros, mas faz para você.
Porque quando você estiver mal e não tiver ninguém ao seu alcance, você vai saber que um dia tentou fazer diferente e que a culpa não foi sua e sim de quem não lhe permitiu tal feito.
Seja diferente.
Faça diferente.
Já bastas as cópias querendo ser as originais e as originais querendo forçar uma autenticidade.
Marcadores:
reflexões e textos pessoais ☼
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
O que pra você se torna comum, pra mim pode ser novo.
O que é tão fútil pra você, pra mim pode ser de extrema necessidade.
Aquele que você ama, pode ser quem eu mais odeie.
O passado me faz falta e pra você o futuro que importa.
Pessoas são diferentes.
Personalidades são adversas.
Só não tente que todo mundo seja igual a você.
Beijinhos, jp.
Harry Potter *-*
Tô postando sobre só pra deixar registrado. Porque olhando um dos primeiros posts, tinha eles na Ordem da Fênix. Recomendo, assistam. Se poderem corram para o cinema na primeira semana. Invejinha de vocês. Um beijo pra quem é fã da saga como eu. AAAAAAAAAAAAAAAA [grito de desespero que tá dando aqui] *-*
entre espinhos.
Entre campos de árvores frutíferas e cerrados de plantas secas, caminho entre o meio termo.
Não sei como, mas o espinhos do cerrados insistem em me atingir e as frutas venenosas me atraem com o seu brilho coméstivel.
As plantas são as pessoas.
O veneno e os espinhos são as palavras.
Me sinto cortada e envenenada.
Até quando?
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Venha logo.
Olho para o horizonte não buscando nada do que não se está vendo, mas procurando novas perspectivas.
Me desespero.
Sento e choro e vejo que nada muda.
Nada resolve.
Resolvo parar de chorar e só tento me organizar.
Busco segurança.
De repente me vejo sem nada, sem nenhum braço pra se apoiar.
Acolho naufragados.
Encontro outros perdidos na floresta.
Jogo boias.
Recupero
Perco.
Recupero ...
E definitivamente perco.
Vejo uma melhora que não existe.
Tento, tento demais.
Paro para esperar.
Espero sem nenhuma esperança.
Não me surpreendo.
Aliás, do que se surpreender?
Tudo é tão igual.
O que você criticou, você se torna.
No que você se torna, você critica.
São só mais idas e vindas de toda uma vida.
E eu ainda espero pela próxima chegada.
Antes que eu, parta.
Beijinhos, jp.
Me dê um tempo.
Depois de um tempo, longo tempo, sem postar nada pessoal, aqui estou de volta, com meus conflitos, problemas, dramas de todo o sempre. Ever. Ultimamente às coisas vem de uma certa forma piorando, mas nada de que a gente não posso virar a cara e tentar esquecer, mesmo não conseguindo. Às coisas só mudaram de lado, porque agora amigos mesmo começaram a se afastar e alegar o fato de eu e outrem estar abandonando-os. Eu não entendo sabe. Por mais que durante seis longos meses eu talvez tenha deixado muitas vezes, não sei porque depois de um tempo as pessoas vem reclamar. E outros probleminhas que enfim eu só cito, e ainda é por cima, é o fato simples de as pessoas que preservam tanto a perfeição e criticam tanto a hipocrisia, terem se tornado perfeitos hipócritas. Sabe, pode me chamar de repetitiva, de generalizada, mas eu não vou cansar de repetir, se não gosta chega e não fala. Outros, porém tentam reconstruir ou reconectar laços que não tem mais ligações ou que preferem dar um tempo nessas ligações. É louvável, digamos, a atitude do "tentar", mas se vê que não dá, não insiste. E eu vou me aliviando do ano estar acabando, mas parece que até a meia-noite do dia 31 de dezembro ainda vão ter ligações bombásticas, tweets direcionados, posts decepcionados e triunfantes, subnicks infelizes e tudo pelo que? Que guerrinha é essa que parece que não tem fim. Eu parei, parei de ficar tentando puxar um cabo de guerra com a ajuda de 1 ou 2 pessoas enquanto no lado adversário se vê uma comunidade inteira. Eu não tento mais. Me desestimularam. Me fizeram desistir. Me subestimaram demais. E eu tentei durante um bom tempo, o que vocês acham de 10 meses? Eu não queria esse fim. E pronto um ponto final e talvez a aparição da frase "Feliz para sempre". Não quero isso não. Parece um bombardeio de línguas. Vence o dono das palavras mais devastadoras. Deu pra mim. Eu tentei, não deu certo, foda-se. E o que eu mais queria era que se esse assunto terminasse e pronto, mas gera mais consequências. Pessoas olham torto. A gente não sabe mais quem é quem. Tem medo de um dia tá lá naufragando e sem nenhuma aeronave disponível para ajudar. Parece que o número de partidas tá crescendo. As pessoas hesitam em chegar. Não sabem mais o que querem. Ficam sendo influenciadas por nada ou pelo que elas consideram coisa demais. Os relacionamentos não são mais os mesmo duradouros. Por uma palavra dita de brincadeira as pessoas levam em conta como se fosse o céu caindo a sua cabeça. Tem casos que eu entendo. Não desmereco. Não me coloco como vítima. Sei sim que fui culpada em certas partes. Mas eu não vou mentir que isso tá me saqueando. Sabe o que é você perder a vontade de saber o que foi que aconteceu porque todas as vezes que você tenta fazer isso a pessoa simplesmente lhe diz que não foi NADA! Que nada o que.
Até quando isso. Abri os olhos. Ok, na lista. Mas fechei meus ouvidos. Eu não faço mais questão de ouvir o que dizem. Tá tudo de uma forma tão de todo mundo, que parece que você dorme amigo de uma pessoa e acorda conhecido da mesma.
Indiferença. Vindo de alguns não me atinge mais tanto, mas de outros? O que houve? Será que se eu errei eu não tenho o direito de saber o porque? As pessoas esqueceram-se. Ninguém MAIS conhece ninguém essa que é a verdade. Sabe aquela dita historinha que quanto mais você pensa que conhece a pessoa, mais você se engana e se decepciona? Pois é. Ainda não chegou ao extremo da decepção, digamos que tá no nível de falta de entendimento.
Eu só desejo com todas as forças provenientes do Universo, que isso melhore. E por favor, se você que lê ainda tem alguma desavença, algum problema, não hesite em me procurar. Nunca estive com a guarda tão baixa como estou agora. O que não dá mais é deixar as coisas mal resolvidas e fingir que está tudo bem. Eu só quero um tempo, apenas um tempo.
Beijinhos, jp.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
- song of the week :]
Eu tava vendo a tag do song of the week e fazia um mês que eu não dava dica, nem postava vídeo nem nada das músicas. Oh gosh! Mas voltei e trago uma música muito linda e de um rítimo muito bom. Tá fazendo um sucesso até porque o álbum dessa música é um sucesso internacional. A música dessa semana é Firework - Katy Perry.Que tem uma letra bem, mais bem significativa mesmo. Como eu me preocupo sempre em colocar vídeos legendados pra vocês irem assistindo e entendendo ta aí ele com legendas. Espero realmente que gostem. Um Beijo.
"Não diga que ama. Não diga que odeia. Não diga que gosta. Não diga nada. Não crie sentimentos marcados. Conviva. Só o tempo demonstra a pessoa que o outro é. E quando você achar que a conhece bem e finalmente vai poder fazer conclusões sobre ela... Não faça. Depois disso, você ainda estará na metade do caminho."
tumblr alheios.
Beijinhos, jp.
"Ainda não me acostumei com perdas. Ainda sinto falta quando algo se vai. Ainda fico chateada quando não encontro. Não pelo material, porque isso, por mais que demore, se conquista novamente, mas sim pelo sentimento confiado a mim e a segurança dada de que eu iria cuidar e preservar aquilo até não poder mais. Uma perda implica em não poder fazer mais nada, tal qual como o limite prometido, mas sabendo que perdi contra a minha vontade, o sentimento continua preservado, mas não em forma física. Está agora na minha memória. De qualquer forma: Obrigado pelo presente."
tumblr alheios.
Beijinhos, jp.
sábado, 13 de novembro de 2010
algum dia.
Algum dia - Capital Inicial
Ninguém nunca te disse
Como ser tão imperfeito
Você tem tão pouca chance
De alcançar o seu destino
É fácil fazer parte
De um mundo tão pequeno
Onde amigos invisíveis
Nunca ligam outra vez
Talvez até porque
Ninguém ligue pra você
Se você quer
Que eu feche os olhos
Pra alguém que foi viver
Algum dia lá fora
E nesse dia
Se o mundo acabar
Não vou ligar
Pra aquilo que eu não fiz
Faz muito pouco tempo
Aprendi a aceitar
Quem é dono da verdade
Não é dono de ninguém
Só não se esqueça que atrás
Do veneno das palavras
Sobra só o desespero
De ver tudo mudar
Talvez até porque
Ninguém mude por você
domingo, 7 de novembro de 2010
Assinar:
Comentários (Atom)













